Terça-feira, Março 3, 2026
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Filha de Eduardo Madeira sofre perseguição e caso acaba na polícia: “Deu aso a uma queixa-crime”

A jovem de 12 anos foi obrigada a mudar de escola após ser rejeitada pelas amigas. Isabel Figueira partilhou o caso de agressão do próprio filho e exigiu mais intervenção das instituições de ensino.

O painel de comentadores do programa V+ Fama analisou o testemunho público de Leonor, filha de Eduardo e Joana Madeira, sobre um caso de bullying.
A jovem de 12 anos participou numa campanha de consciencialização e revelou num vídeo ter sido alvo de rejeição e intimidação por parte de um grupo de amigas.

O caso obrigou a filha do humorista a mudar de estabelecimento de ensino para recuperar a autoestima e encontrar um novo círculo de amizades.

Marta Aragão Pinto revelou durante a emissão que o problema ultrapassou o isolamento social descrito no vídeo inicial. A comentadora esclareceu que os pais da jovem prestaram declarações na televisão e confirmaram a apresentação de uma denúncia formal às autoridades devido à continuidade do assédio: “Ontem no jornal, para além de ter passado este vídeo, o Eduardo e a Joana falaram e disseram que para além do que aconteceu na escola e que depois a Leonor mudou de escola, a perseguição continuou. E isso é que deu aso a uma queixa-crime na polícia”.

Isabel Figueira elogiou a coragem da jovem e partilhou um episódio pessoal, revelando que o seu filho mais novo também foi vítima de agressões físicas que foram filmadas e partilhadas na escola. A comentadora criticou a inércia dos estabelecimentos de ensino nestas situações e sublinhou a necessidade de expor o problema: “Nós temos aqui que ver vários tipos de bullying. Temos o bullying que hoje vemos muito nas redes sociais que são miúdos que estão a filmar outros, a bater nos outros severamente. É preciso que cada vez mais este assunto venha à tona porque o bullying e a violência estão a crescer nas escolas e nos colégios privados cada vez mais”.

António Leal e Silva felicitou a campanha e destacou a capacidade de comunicação de Leonor, embora tenha feito uma distinção entre conflitos pontuais de grupo e situações de perseguição continuada. O comentador referiu que a ausência de autoridade dos funcionários escolares face a épocas passadas contribui para o agravamento destas ocorrências.

Marta Aragão Pinto atribuiu grande parte da responsabilidade pela inação das escolas ao comportamento conflituoso dos próprios encarregados de educação.

A comentadora acusou muitos adultos de desautorizarem os professores através de ameaças e apelou à responsabilização familiar na educação cívica: “A escola tem que intervir. Mas hoje em dia os pais são muito culpados da escola não intervir tanto. A culpa não é das crianças. A culpa é dos pais e da educação que dão às crianças. E da maneira como falam destes temas em casa”.

A analista encerrou o debate com um pedido de vigilância aos sinais dados pelos menores em ambiente escolar: “Sejam os pais dos miúdos que sofrem, sejam os pais dos miúdos que são os abusadores. Estejam atentos aos filhos e tentem saber tudo o que acontece na vida deles, porque eles precisam, acima de tudo, nestas alturas dos pais”.

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