Polémica aos 36 minutos: Penálti por assinalar sobre Barreiro no Dragão incendeia o Clássico
O Clássico da Taça de Portugal, realizado a 14 de janeiro de 2026, continua a dar que falar devido a um lance que poderia ter mudado o rumo da eliminatória. O Benfica acabou eliminado pelo FC Porto (1-0), mas a contestação encarnada foca-se num momento específico da primeira parte que deixou os jogadores e a estrutura da Luz em “pé de guerra” com a arbitragem.
O Lance Capital (Minuto 36)
Aos 36 minutos do primeiro tempo, com o marcador ainda empatado ou sob grande pressão, Leandro Barreiro isolou-se na área azul e branca e caiu após um contacto com um defesa do FC Porto.
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A Decisão: O árbitro de campo, Fábio Veríssimo, estava perto do lance e mandou seguir a jogada de imediato, sinalizando que o contacto não foi suficiente para falta.
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O VAR: Apesar dos protestos veementes dos jogadores do Benfica, que cercaram o juiz da partida, o videoárbitro não recomendou a revisão das imagens no monitor, confirmando a decisão de campo.
Reações e Consequências
A decisão foi determinante para o desfecho do encontro. O FC Porto acabou por marcar o golo da vitória (1-0), garantindo o passaporte para as meias-finais, onde terá pela frente a AD Fafe.
No rescaldo do jogo, as opiniões dividiram-se:
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Visão do Benfica: O clube considera que houve um toque claro no pé de apoio de Barreiro, impedindo-o de finalizar, e que a dualidade de critérios em relação a lances semelhantes noutros jogos é evidente.
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Visão do FC Porto: Os dragões defendem que Barreiro procurou o contacto e que a queda foi uma tentativa de simulação, validando a “coragem” do árbitro em não ceder à pressão.
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Especialistas: Analistas de arbitragem como Jorge Coroado e José Leirós apontaram para a existência de falta, considerando que ficou um penálti por assinalar a favor das águias.
Este lance promete alimentar as tertúlias desportivas nos próximos dias, numa altura em que o Benfica se vê afastado da Prova Rainha e o FC Porto reforça o seu favoritismo para revalidar o título.