A análise de Marco Pina sobre o lance entre Prestianni e Ricardo Horta veio dar força à tese de que o Benfica foi beneficiado em termos disciplinares na meia-final da Taça da Liga. O especialista explicou que a entrada do jovem argentino foi de uma “intensidade excessiva”, caracterizada por um salto com os dois pés que atingiu a zona do tornozelo do capitão bracarense.
Para o analista, este é um caso claro de cartão vermelho direto, uma vez que a integridade física do adversário foi colocada em risco, não restando dúvidas de que o VAR deveria ter intervindo para corrigir a decisão de João Pinheiro, que se ficou pelo cartão amarelo.
Este erro somou-se a outro momento polémico logo aos 11 minutos, onde vários analistas defendem que Otamendi também deveria ter sido expulso por interromper uma jogada de golo iminente de Zalazar. No fundo, a leitura de Marco Pina é que a equipa de arbitragem falhou na gestão disciplinar, permitindo que o Benfica mantivesse em campo jogadores que deveriam ter sido excluídos muito mais cedo.
Apesar desta vantagem numérica não ter evitado a derrota por 3-1 e a consequente eliminação, as críticas de Pina sublinham um padrão de erros que acabou por marcar negativamente a “Final Four” em Leiria.
Podem ouvir e divulgar.Este comentador de Arbitragem é Benfiquista e tem esta opinião, portanto Mourinho não chores. Continuas a ser beneficiado todos os jogos, é sempre a gamar para o Benfica. pic.twitter.com/sYHLePpmyn
— celso gesta (@alfredogesta) January 8, 2026