Jorge Coroado diverge de críticas e defende penálti: “Disputa imprudente”
A polémica em torno do Santa Clara-Sporting ganhou uma nova perspetiva com a análise de Jorge Coroado. Ao contrário de outras vozes da arbitragem, o antigo juiz internacional português defendeu a decisão tomada pela equipa de arbitragem liderada por João Pinheiro, que resultou na grande penalidade que resgatou os leões nos descontos.
A análise ao lance: A “palmada” no rosto
Para Jorge Coroado, a ação de Tiago Duarte sobre Morten Hjulmand não foi um contacto normal de jogo, mas sim uma infração clara às leis.
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Imprudência no salto: Segundo o ex-árbitro, o jogador do Santa Clara disputou o lance de forma imprudente ao elevar o braço esquerdo de forma indevida.
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Contacto faltoso: Coroado identifica que o braço de Tiago Duarte atinge o rosto do capitão leonino com uma “palmada”, o que, no seu entender, justifica plenamente a marcação do castigo máximo.
Um contraponto à análise de Pedro Henriques
Esta leitura de Jorge Coroado surge como um contraponto direto à opinião de Pedro Henriques, evidenciando a divisão que o lance está a causar mesmo entre especialistas:
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Coroado vê um braço elevado e um toque no rosto que configura falta por imprudência.
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Henriques viu um movimento natural de salto com o braço junto ao corpo e um contacto inconsequente.
Apesar da demora de quase 15 minutos na análise do VAR, Jorge Coroado valida a decisão final, considerando que a verdade desportiva foi reposta com a marcação da grande penalidade que permitiu ao Sporting empatar (2-2) e levar a decisão para o prolongamento.