Quarta-feira, Março 4, 2026
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Hugo Oliveira e o golo anulado: “Não me parece falta. Estamos a viver a era do quinto árbitro”

As declarações de Custódio Castro, treinador do Famalicão, após a derrota frente ao Sporting (provavelmente por 2-1, dado o contexto dos golos), revelam um profundo descontentamento, não só com o resultado, mas com a influência externa nas decisões de campo. O técnico considera que a sua equipa fez o suficiente para sair de Alvalade com pontos, sublinhando que o jogo foi decidido por detalhes e pela intervenção do VAR.

Crítica à “Era do Quinto Árbitro”

O momento mais polémico da análise de Custódio foca-se num golo anulado ao Famalicão (que colocaria a história do jogo noutro patamar). O treinador não poupou críticas à forma como o videoárbitro tem condicionado o futebol:

  • Falta de Intensidade: Após ver as imagens, Custódio afirma que o contacto não é suficiente para anular um golo e que “na era do quinto árbitro”, quem está fora tem demasiado poder.

  • Dualidade de Critério: Insinuou que a decisão poderia ser diferente se o lance ocorresse na outra baliza: “Não sei se iria ser assim do outro lado”.

  • Decisão de Campo: Defende que, não sendo um erro “radical”, a decisão original do árbitro de campo deveria ter prevalecido sobre a edição de vídeo do VAR.

Análise Tática: Personalidade vs. Pressão

Custódio dividiu a exibição da sua equipa em dois momentos distintos:

  • Primeira Parte: Destacou a “personalidade” e a capacidade tática para fechar o Sporting e sair com perigo, criando as melhores oportunidades e chegando ao golo.

  • Segunda Parte: Admitiu que o Famalicão “encolheu”, perdendo a posse de bola e a capacidade de construção perante a pressão alta dos leões.

  • O Erro Fatal: Lamentou profundamente ter sofrido o golo da derrota num lance de bola parada, considerando inadmissível perder pontos dessa forma contra um candidato ao título após tanto esforço defensivo.

O “Passo em Frente”

O treinador concluiu que, embora orgulhoso do trabalho, a equipa precisa de evoluir para conseguir “tirar coisas” destes jogos contra os grandes. Para Custódio, o Famalicão deve manter a tranquilidade e a mesma personalidade demonstrada na primeira parte, mesmo quando o adversário aperta a marcação.

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