«Não sou vilão!»: Pedro Barroso desiste da 1.ª Companhia, revela lesão grave e chora nos braços de Cláudio Ramos
A jornada de Pedro Barroso no quartel da “1.ª Companhia” chegou ao fim de forma abrupta e emocionante. Nesta quarta-feira, 14 de janeiro de 2026, o ator esteve no “Dois às 10” para explicar os motivos que o levaram à desistência, revelando um cenário de dor física e desgaste psicológico que o público desconhecia.
A lesão escondida: «Vou ter de ser operado novamente»
Um dos segredos mais bem guardados da sua participação foi o seu estado físico. Pedro Barroso confessou que entrou no programa em condições precárias e que a dureza da recruta militar teve consequências graves:
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O risco inicial: O ator já tinha sido operado recentemente ao bíceps, uma intervenção que, em teoria, tornaria “impensável” a sua entrada num programa de esforço físico.
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O agravamento: O esforço constante provocou uma rutura maior. “Vou ter de ser operado novamente”, revelou, explicando que o corpo cedeu perante a exigência das missões.
O rótulo de “vilão” e a fragilidade emocional
Para além da dor física, a forma como foi retratado nas galas — especialmente após os confrontos com Rui Freitas — deixou marcas profundas no ator. Pedro sentiu-se injustiçado pela narrativa do programa:
“Não gostei do que se pautou na gala. Quando me posicionam como vilão… não sou. Sou frágil, sou inseguro”, confessou a Cláudio Ramos, visivelmente abalado.
O abraço em direto e a memória dos avós
O momento mais alto da entrevista aconteceu quando Pedro falou dos seus pilares: os avós. “Eles são sempre a minha primeira companhia”, afirmou, garantindo que a sua saída foi uma forma de honrar os seus valores e a sua família, em vez de se perder num “personagem”.
Dominado pela emoção, o ator levantou-se e pediu um abraço a Cláudio Ramos. O apresentador acedeu de imediato, protagonizando um momento de rara vulnerabilidade em televisão direta, selando assim a saída de um dos concorrentes mais mediáticos desta edição.