«Insuportável!»: Kina expulsa da «1.ª Companhia» com 13% dos votos e humilhada por atitude «desrespeitosa» no último segundo
A gala da “1.ª Companhia” deste domingo, 11 de janeiro de 2026, selou o destino de Kina (Joaquina Branco) de forma implacável. A estilista e vidente não conseguiu reunir o apoio do público, sendo a recruta menos votada para ficar na base militar com apenas 13% dos votos, num duelo final onde Nuno Janeiro e Noélia acabaram por ser salvos.
O «Desprezo» pelos Colegas e o Gestu de Filipe Delgado
O momento da saída foi tudo menos pacífico. Assim que Maria Botelho Moniz anunciou a sua expulsão, Kina teve uma atitude que deixou os espectadores em choque: recusou-se a despedir-se individualmente dos colegas. Enquanto recrutas como Filipe Delgado se aproximaram para um abraço de despedida, a ex-concorrente limitou-se a lançar um frio “beijinhos” para o ar, ignorando os gestos de carinho e saindo apressadamente da parada.
A Vingança do Cabelo: «Só tem vaidade!»
Ao longo da semana, um dos maiores pontos de conflito entre Kina e os instrutores (como José Moutinho e o Comandante) foi a exigência militar de manter o cabelo apanhado. Kina tentou sempre contornar a regra, alegando que precisava de esconder as cicatrizes de um lifting facial recente.
A “vingança” da estilista aconteceu no último minuto: mal soube que estava fora, Kina desfez imediatamente a trança e soltou o cabelo ainda dentro do recinto. A atitude foi arrasada nas redes sociais:
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“Até no último minuto foi desrespeitosa! Só mostra que não aprendeu nada”, comentou um internauta.
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“Só tem vaidade! A preocupação dela ao sair foi despentear-se para mostrar o cabelo!”, atirou outro seguidor.
Um Luto Escondido sob a Farda
Apesar da imagem de “durona” e “complicada” que passou para o público, a saída de Kina ganhou contornos dramáticos nesta segunda-feira. No programa Dois às 10, a estilista revelou que a sua instabilidade na última semana se deveu à morte de um sobrinho, que se suicidou no dia 9 de janeiro. Kina confessou ter sentido um pressentimento terrível dentro da base, o que terá contribuído para o seu comportamento errático e para o distanciamento dos colegas.