A estrutura de liderança do Benfica viveu momentos de alguma confusão tática e disciplinar na reta final do jogo contra o Braga, mas José Mourinho já tem o plano definido para o crucial Clássico frente ao FC Porto, a contar para os quartos de final da Taça de Portugal.
O episódio da braçadeira nos últimos minutos da derrota por 3-1 em Braga foi, segundo o apurado, puramente circunstancial. Com a expulsão de Nicolás Otamendi, a braçadeira chegou a passar pelas mãos do jovem Gianluca Prestianni, que, demonstrando maturidade, procurou entregá-la de imediato a um elemento mais experiente. Richard Ríos acabou por assumi-la por ser quem estava mais próximo, apesar de Tomás Araújo ser o nome seguinte na hierarquia de campo naquele momento.
Hierarquia para o Clássico no Dragão
Com vista ao duelo no Estádio do Dragão, a hierarquia de capitães sofre alterações forçadas por ausências de peso no setor defensivo:
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Nicolás Otamendi: Fora das opções devido ao castigo resultante da expulsão na Taça da Liga.
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António Silva: Permanece em dúvida devido a problemas físicos, sendo pouco provável a sua titularidade.
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Fredrik Aursnes: O “polivalente” norueguês, uma das figuras mais respeitadas pelo balneário e por Mourinho, será o capitão de equipa frente ao FC Porto.
A escolha de Aursnes reflete a confiança do técnico na sua estabilidade emocional e experiência em jogos de alta pressão, características fundamentais para um encontro que vale a continuidade na prova rainha.