Quarta-feira, Março 4, 2026
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Escutas com Antônio Costa só em outubro chegaram ao Supremo (que já não as pode validar)

António Costa Exige Esclarecimentos Sobre Escutas Após Críticas de Ex-PGR

O ambiente político em Portugal volta a ser agitado pela “Operação Influencer”. Desta vez, o foco está na atuação do Ministério Público (MP) e nas escutas que levaram à demissão de António Costa do cargo de primeiro-ministro.

Crítica da Ex-Procuradora-Geral da República

A antiga Procuradora-Geral da República (PGR), Lucília Gago, voltou a criticar o parágrafo que ela própria acrescentou ao comunicado da “Operação Influencer”. Foi esse parágrafo, que fazia referência a António Costa, que precipitou a sua demissão.

Exigências de António Costa ao MP

A defesa de António Costa reagiu ao “esclarecimento” da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre uma notícia do Diário de Notícias (DN) que dava conta de um atraso na deteção de escutas.

O DN noticiou que o DCIAP só agora levou ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ) um conjunto de escutas que captaram o ex-primeiro-ministro a falar incidentalmente com alvos do MP, como João Galamba ou Lacerda Machado.

Em resposta, António Costa, através da sua dupla de advogados, exigiu ao atual Procurador-Geral da República que revele a “efetiva razão” que levou os procuradores do caso a demorarem dois anos a detetar uma escuta que o envolvia.

A defesa de Costa emitiu um comunicado de sete pontos para responder aos oito pontos do “esclarecimento” da PGR, mantendo a pressão sobre a forma como o processo foi conduzido.

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